Entre os deputados federais, 53,2% são citados judicialmente; entre os senadores são 55,6%, ou 45 dos 81 parlamentares.
A
escalada da operação Lava Jato e andamentos de outras investigações envolvendo
o desvio de verbas públicas ampliaram ainda mais o quadro de desconfiança em
torno dos membros do Congresso Nacional. De acordo com um levantamento
permanente do projeto Excelências, da ONG Transparência Brasil, mais da metade
dos componentes Câmara e do Senado possui algum inquérito ou processo em
tribunais pelo país.
Entre
os deputados federais, de acordo com o índice, os que são citados judicialmente
representam 53,2% da Casa. São 273, contra 240 que não possuem ocorrência em
tribunais. Entre os senadores o número é ainda maior: 55,6%, ou 45 dos 81
parlamentares daquela Casa, enquanto 36 escapam ilesos ao escrutínio.
Em
termos percentuais, o partido campeão em citações em tribunais é o PEN. Os três
parlamentares da legenda respondem a processos ou são investigados em
inquéritos. No PP, segundo da lista suja, o levantamento aponta que 42 dos 52
parlamentares da legenda têm situações a resolver nos tribunais.
O
terceiro da lista é o PSC, com sete citados em
tribunais entre os nove parlamentares da legenda (78% do total). Em quarto na
lista, o PTdoB: dois dos três nomes da legenda, ou 67% do total respondem a
processos ou inquéritos.
O PMDB do presidente Michel Temer registra problemas com
65% da bancada. Em números absolutos, é o campeão em citações: 55 dos 84
parlamentares do maior partido do Congresso brasileiro.
A
lista prossegue com o Solidariedade (64% da bancada), PSDB, PTB e PTN (62%), PR
(61%), PSD (58%), PT (57%), PR (55%), PSL, PPS e PROS (50%), PSB (45%), DEM
(44%), PCdoB e PSOL (33%), PHS (29%), Rede (20%) e PV (17%).
Com
relação aos Estados, o campeão em enrolados com a Justiça é o Amazonas, onde
dez dos 11 deputados e senadores têm pendências com a Justiça. Minas Gerais tem
52% de seus deputados e senadores sob a mira do Judiciário: 29 dos 56
parlamentares do Estado. Na outra ponta da lista estão Rio Grande do Norte e
Roraima (36%).
São
incluídos na contagem processos e inquéritos relativos a homicídio, estupro e
pedofilia, mas não os de natureza privada (como disputas por pensão alimentícia)
nem queixas de crimes contra a honra. No caso dos processos em primeira
instância, a lista só inclui aqueles que foram provocados pelo Ministério
Público, o que significa que os casos podem ser ainda mais numerosos.
Fonte:
Jornal O Tempo
O
congresso é a cara do Brasil...!!!
O
povo é o grande responsável por termos um congresso corrupto, afinal, somos nós
que elegemos os congressistas.
Em outubro
próximo, vamos ter eleições municipais, então, é a hora e a vez de darmos um
basta nos corruptos.
Não
vote em político que esteja sendo processado por corrupção...!!!
Nossa
sugestão: Antes de votar, consulte no site do Tribunal
de Justiça de Minas Gerais se o seu possível candidato está sendo
processado por corrupção.
O
nome jurídico da ação é Ação Civil Pública.
Para
acessar o site de busca do TJMG, clique [AQUI]


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