segunda-feira, 10 de agosto de 2015

SERVIDOR JOÃO GUALBERTO GONÇALVES TRIPLICAVA OS SALÁRIOS DE SEUS COMPARSAS NA CÂMARA MUNICIPAL...


Funcionário da Câmara pagava benefícios indevidos; entre os favorecidos está a sua mulher.

As investigações do escândalo de corrupção que operava na Câmara Municipal de Sete Lagoas, na região Central de Minas, revelam que o servidor João Gualberto Gonçalves teria desenvolvido dois esquemas para desviar recursos da Casa. Um era o de empréstimos na Caixa Econômica Federal que, depois, eram pagos pelo Legislativo. O outro era o de lançamentos extras nos contracheques dos funcionários aliados – o principal deles, sua mulher, N.S. Com a chave do cofre, ele multiplicava até por três os vencimentos pagos.

O rombo aos cofres públicos chegou a R$ 3,5 milhões. O extra era repartido entre os envolvidos, sendo que João Gualberto ficaria com a maior parte. A revelação foi feita por uma pessoa que participou da auditoria realizada na Câmara e pediu para não ser identificada. A mulher de João Gualberto trabalhou até a última semana do ano passado com o marido na tesouraria da Câmara. Ele era responsável por realizar os pagamentos, administrava a contabilidade e o departamento pessoal.

As apurações mostram que todas as transferências suspeitas e os lançamentos fraudados foram feitos com a senha do servidor, concursado há 30 anos. Segundo a fonte, a situação de N.S. é um exemplo do que aconteceu com dezenas de outras pessoas.

Ela foi contratada para receber cerca de R$ 3.500, mas, em todos os meses, seus vencimentos alcançavam, pelo menos, R$ 8.000, em alguns, R$ 9.000.

A parceria de João Gualberto e da mulher bancou uma vida de luxo ao casal. Ele tinha salário de R$ 42 mil, turbinado com benefícios que ele mesmo lhe concedia. Os dois têm uma mansão que ocupa dois terrenos, além de um canil com animais de raça. No patrimônio ainda estão carros de luxo e uma fazenda em Sete Lagoas. Os arranjos em família ainda incluíam a participação de um sobrinho do casal. Ele também trabalhava na tesouraria. “O salário dele era de cerca de R$ 2.000, mas os pagamentos chegavam a R$ 6.000”, disse a fonte.

Após a mudança da Mesa Diretora da Casa, N.S. e outros 27 funcionários foram exonerados no dia 29 de dezembro passado. Eles seriam readmitidos em janeiro, mas, diante dos indícios de fraudes, descobertos em 5 de janeiro deste ano, a maioria deles não retornou aos trabalhos. Além deles, outros nove contratados foram flagrados recebendo férias, horas extras e outros benefícios indevidos e, por isso, foram demitidos em janeiro.

O presidente da Casa, Pastor Fabrício (PMN), ordenou uma revisão de todos os benefícios pagos aos servidores. Há suspeita de que regalias criadas por João Gualberto estejam em vigor.

Sumiço

Mistério. João Gualberto foi afastado preventivamente por 30 dias. O prazo venceu nesta sexta, mas ele não apareceu para trabalhar nem apresentou justificativa. Ele foi transferido para a secretaria da Casa.

Esquema

Entenda. João Gualberto operava um esquema envolvendo servidores e vereadores. O grupo fazia empréstimos consignados na Caixa Econômica Federal, e o valor era entregue a vereadores. As parcelas eram pagas com dinheiro da Casa. Para camuflar, eram lançados benefícios nos salários dos aliados. O ‘extra’ servia para pagar as parcelas e ainda garantia o lucro.

Por: Jornal O Tempo


OPINIÃO DO BLOGGER:

Esquema de empréstimos falsos, pagamentos indevidos e ilegais para os demais comparsas, etc....

Não se tem como negar: Na Câmara Municipal de Sete Lagoas tem UMA QUADRILHA saqueando, roubando os cofres públicos...!!!

Não tenho a menor dúvida que essa quadrilha está há anos atuando na Câmara.

Falo e provo....!!!!

Vários funcionários efetivos da Câmara tem o padrão de vida que não condiz com os seus verdadeiros e reais vencimentos, entre eles: Márcio Paulino Lulu.

Assim que formalizar uma denúncia no Ministério Público e na Corregedoria do Município, vou divulgar os nomes dos demais servidores, ou melhor, os nomes dos demais comparsas. “EMG

Agora o povo precisa ficar atendo para um pequeno detalhe: O vereador Pastor Fabrício era 2º vice-presidente do Márcio Paulino Lulu, será que ele realmente não sabia de nada...???

Aliás, a ex-mesa diretora da câmara era composta pelos seguintes vereadores: presidente Márcio Paulino Lulu, 1º vice-presidente Milton Saraiva, 2º vice-presidente Pastor Fabrício, 1º secretário Milton Martins e 2º secretário Padre Décio.

Será que ELES realmente não sabiam de nada que estava acontecendo na tesouraria da Câmara Municipal...???

Será que o Márcio Paulino Lulu estava agindo sozinho...???

Afirmo com toda certeza que o vereador Milton Martins tinha conhecimento de tudo...!!!

O vereador Milton Martins como 1º secretário, assinava todos os documentos da câmara juntamente com o presidente Márcio Paulino Lulu, INCLUSIVE AS ORDENS DE PAGAMENTOS.

Quanto aos vereadores, Milton Saraiva, Pastor Fabrício e Padre Décio, após refletir chego a uma conclusão: ou são participantes dos esquemas, ou assistiram tudo calados (OMISSOS), ou ocupam cargos que não merecem ocupar, visto que todos esses esquemas aconteceram debaixo dos olhos deles...!!!  

Resumindo: NÃO SÃO DIGNOS E COMPETENTES PARA ADMINISTRAR O ERÁRIO PÚBLICO....!!!

Pelo visto o BANDIDO LULA fez escola em nossa cidade, aqui também os políticos fazem como ele, pois nunca sabem de nada...!!!



ACORDA POVO, NÃO VAMOS DEIXAR NOS ENGANAR COM ESSES QUE AGORA QUEREM SE PASSAR POR SALVADORES DA PÁTRIA...!!!


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