As investigações do escândalo de corrupção que operava
na Câmara Municipal de Sete Lagoas, na região Central de Minas, revelam que o
servidor João Gualberto Gonçalves teria desenvolvido dois esquemas para desviar
recursos da Casa. Um era o de empréstimos na Caixa Econômica Federal que,
depois, eram pagos pelo Legislativo. O outro era o de lançamentos extras nos
contracheques dos funcionários aliados – o principal deles, sua mulher, N.S.
Com a chave do cofre, ele multiplicava até por três os vencimentos pagos.
O rombo aos cofres públicos chegou a R$ 3,5 milhões. O
extra era repartido entre os envolvidos, sendo que João Gualberto ficaria com a
maior parte. A revelação foi feita por uma pessoa que participou da auditoria
realizada na Câmara e pediu para não ser identificada. A mulher de João
Gualberto trabalhou até a última semana do ano passado com o marido na
tesouraria da Câmara. Ele era responsável por realizar os pagamentos,
administrava a contabilidade e o departamento pessoal.
As apurações mostram que todas as transferências
suspeitas e os lançamentos fraudados foram feitos com a senha do servidor,
concursado há 30 anos. Segundo a fonte, a situação de N.S. é um exemplo do que
aconteceu com dezenas de outras pessoas.
Ela foi contratada para receber cerca de R$ 3.500,
mas, em todos os meses, seus vencimentos alcançavam, pelo menos, R$ 8.000, em
alguns, R$ 9.000.
A parceria de
João Gualberto e da mulher bancou uma vida de luxo ao casal. Ele tinha salário
de R$ 42 mil, turbinado com benefícios que ele mesmo lhe concedia. Os dois têm
uma mansão que ocupa dois terrenos, além de um canil com animais de raça. No
patrimônio ainda estão carros de luxo e uma fazenda em Sete Lagoas. Os arranjos
em família ainda incluíam a participação de um sobrinho do casal. Ele também
trabalhava na tesouraria. “O salário dele era de cerca de R$ 2.000, mas os
pagamentos chegavam a R$ 6.000”, disse a fonte.
Após a mudança da Mesa Diretora da Casa, N.S. e outros
27 funcionários foram exonerados no dia 29 de dezembro passado. Eles seriam
readmitidos em janeiro, mas, diante dos indícios de fraudes, descobertos em 5
de janeiro deste ano, a maioria deles não retornou aos trabalhos. Além deles,
outros nove contratados foram flagrados recebendo férias, horas extras e outros
benefícios indevidos e, por isso, foram demitidos em janeiro.
O presidente da Casa, Pastor Fabrício (PMN), ordenou
uma revisão de todos os benefícios pagos aos servidores. Há suspeita de que
regalias criadas por João Gualberto estejam em vigor.
Sumiço
Mistério. João Gualberto foi afastado preventivamente
por 30 dias. O prazo venceu nesta sexta, mas ele não apareceu para trabalhar
nem apresentou justificativa. Ele
foi transferido para a secretaria da Casa.
Esquema
Entenda. João Gualberto operava um esquema envolvendo
servidores e vereadores. O grupo fazia empréstimos consignados na Caixa
Econômica Federal, e o valor era entregue a vereadores. As parcelas eram pagas
com dinheiro da Casa. Para camuflar, eram lançados benefícios nos salários dos
aliados. O ‘extra’ servia para pagar as parcelas e ainda garantia o lucro.
Por: Jornal O Tempo
Por: Jornal O Tempo
Esquema de empréstimos falsos, pagamentos indevidos e
ilegais para os demais comparsas, etc....
Não se tem como negar: Na Câmara Municipal de Sete
Lagoas tem UMA QUADRILHA saqueando, roubando os
cofres públicos...!!!
Não tenho a menor dúvida que essa quadrilha está há
anos atuando na Câmara.
Falo e provo....!!!!
Vários funcionários efetivos da Câmara tem o padrão de
vida que não condiz com os seus verdadeiros e reais vencimentos, entre eles: Márcio Paulino Lulu.
Assim que formalizar uma denúncia no Ministério
Público e na Corregedoria do Município, vou divulgar os nomes dos demais
servidores, ou melhor, os nomes dos demais comparsas. “EMG”
Agora o povo precisa ficar atendo para um pequeno
detalhe: O vereador Pastor Fabrício era 2º vice-presidente
do Márcio Paulino Lulu, será que ele realmente
não sabia de nada...???
Aliás, a ex-mesa diretora da câmara era composta pelos
seguintes vereadores: presidente Márcio Paulino Lulu, 1º
vice-presidente Milton Saraiva, 2º
vice-presidente Pastor Fabrício, 1º secretário Milton Martins e 2º secretário Padre Décio.
Será que ELES realmente não sabiam de nada que estava
acontecendo na tesouraria da Câmara Municipal...???
Será que o Márcio
Paulino Lulu estava agindo sozinho...???
Afirmo com toda certeza que o vereador
Milton Martins tinha conhecimento de tudo...!!!
O vereador Milton Martins
como 1º secretário, assinava todos os documentos da câmara juntamente com o
presidente Márcio Paulino Lulu, INCLUSIVE AS ORDENS DE PAGAMENTOS.
Quanto aos vereadores, Milton
Saraiva, Pastor Fabrício e Padre Décio, após refletir chego a uma conclusão:
ou são participantes dos esquemas, ou assistiram tudo calados (OMISSOS), ou ocupam cargos que não merecem ocupar, visto
que todos esses esquemas aconteceram debaixo dos olhos deles...!!!
Resumindo: NÃO SÃO DIGNOS E
COMPETENTES PARA ADMINISTRAR O ERÁRIO PÚBLICO....!!!




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