Tenho
utilizado as redes sociais para fazer vários esclarecimentos. Diariamente,
recebo muitas indagações sobre as dificuldades encontradas na área da saúde.
Hoje,
vou falar um pouco sobre a situação do Hospital Regional, que segue com suas
obras inacabadas.
O
valor inicial do convênio foi de R$ 45.912.050,80 e todo esse montante foi
repassado para a Prefeitura, que por sua vez, deu uma contrapartida de R$
1.395.884,27. Por isso, conseguimos avançar bastante nas obras estruturais do
hospital.
A
segunda parte do projeto, que contemplaria a execução do restante das obras,
foi calculada em R$ 37.952.747,68, mas deste valor, o Governo do Estado de
Minas Gerais só nos repassou R$ 5.500.000,00, valor este que aplicamos
imediatamente na obra e fizemos a devida prestação de contas parcial. Contudo,
desde o início de 2014 estamos aguardando o repasse da maioria do dinheiro para
finalizarmos a obra, ou seja, R$ 32.452.747,68.
Enquanto
o Estado não cumpre a parte dele e não nos repassa todo esse montante, as obras
ficam paradas, pois a Prefeitura não tem a mínima condição de fazer esse
investimento. Se fizéssemos, o nosso atual sistema de saúde, que já enfrenta
grandes desafios, ficaria inviável por falta de recursos.
Então,
tenho recebido críticas e questionamentos de algumas pessoas sobre a não
conclusão desta obra, que é importantíssima, não só para Sete Lagoas, mas para
toda a região, entretanto, o convênio firmado com o Governo do Estado não tem
sido cumprido, e isso se arrasta desde 2013.
Por
fim, quero lembrar que, após receber estes recursos do Estado e finalizar a
obra, ainda teremos outros dois grandes desafios para superar: 1º: Equipar todo
o hospital; 2º: Fazer a manutenção constante do Hospital, isto é, cuidando da
parte operacional, medicamentos e mão de obra qualificada.
Ninguém
mais do que eu quer essa obra concluída e durante meus 05 mandatos de Deputado
Federal, trabalhei e enviei inúmeros recursos para serem aplicados na área da
saúde de Sete Lagoas. Sei o quanto a saúde precisa de constantes investimentos,
mas sozinho, nenhum município do Brasil consegue avançar. Muitos não devem
saber, mas a nossa UPA está funcionando, ainda que com algumas dificuldades,
graças à Prefeitura, porque os Governos Estadual e Federal, que também são
responsáveis pelo pagamento de parte das despesas, não nos passaram valores
substanciais nos anos anteriores, o que nos deixou em situação muito
complicada, do ponto de vista financeiro.
Mas,
encerro afirmando que, não fechei e nem fecharei a UPA, como alguns adversários
políticos andam insinuando por aí. Esse compromisso é meu, junto à população.
O meu
secretário de saúde, Cláudio Busu, já recebeu as minhas determinações e sabe
que vamos agir de forma muito firme, apesar de todas as dificuldades, mas vamos
superar os imensos desafios da área de saúde!



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